Com entrada gratuita, a exposição imersiva “Toré Virtual: imersão no canto e dança de origem ancestral” ocupa a Sala Pajeú, no Museu Cais do Sertão, até o dia 29 de junho. A mostra é uma vivência sensorial que une ancestralidade Fulni-ô e tecnologia, com curadoria de Hugo Fulni-ô, Carol Berger e Rose Lima.
O público é convidado a mergulhar no ritual sagrado do Toré de Buzo por meio de recursos como realidade virtual em 360º, hologramas, retratos 3D, videoinstalações e relíquias digitais, em diálogo com cantos, objetos tradicionais e elementos produzidos pela própria comunidade indígena.
Entre os destaques da exposição, estão dois filmes em realidade virtual, holograma inédito, objetos como maracás e xanducas, além de filmes do Coletivo Fulni-ô de Cinema.
A programação que inclui visitas guiadas com acessibilidade e rodas de conversa abertas ao público, é uma realização do Coletivo Fulni-ô de Cinema, Lab Presença e Experimento Produções, com incentivo da Prefeitura do Recife e do Governo Federal, por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.