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‘Meu Ayrton por Adriane Galisteu’ reconta história célebre com nova voz

ANDRÉ GUERRA
Fotos: HBO Max/Divulgação

Trazendo para história do grande ídolo da Fórmula 1 uma nova voz, que – na verdade – sempre esteve ali, a minissérie documental Meu Ayrton por Adriane Galisteu, que estreia nesta quinta-feira no catálogo do HBO Max e é composta por dois episódios, revela um dos maiores ícones do país pelos olhos da atual apresentadora do reality A Fazenda, que viveu com ele um dos relacionamentos mais amplamente repercutidos na mídia em toda a década de 1990.

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“Morreu Aytron Senna da Silva” é a dura frase que marca todo o significado da obra, que tem a direção de João Wainer (de filmes como A Jaula e Bandida: A Número Um) e produção e idealização da própria protagonista. “Trinta anos depois, essa história sempre volta. Com o Ayrton vivo, eu vivi aquela experiência como um grande conto de fadas”, narra Adriane no documentário, reforçando à certa altura a sensação de solidão com o trágico falecimento do piloto, no dia 1º de maio de 1994. “Eu não era mais a namorada dele, eu era só eu mesma. E essa história é minha, ela me pertence”, complementa, emocionada.

Tomando a frente do projeto através de revelações e memórias por três décadas mantidas majoritariamente trancadas, Adriane relembra momentos que marcaram para sempre o romance com Ayrton, abreviado pela tragédia no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália. A história foi recentemente trazida à ficção pela Netflix na série biográfica Senna, com o ator Gabriel Leone no papel principal, e da qual muito se comentou sobre o pouco tempo de tela dado a ela. Um apagamento recorrente ao longo desses anos.

Emerson Fittipaldi, ex-piloto de Fórmula 1, Jacir Bergmann II, amigo de Ayrton, Roberto Cabrini, um dos inúmeros jornalistas que fizeram a cobertura do acidente fatal, e outros nomes essenciais na reconstituição dos acontecimentos estão entre os personagens trazidos pela minissérie. Os 405 dias que Adriane Galisteu passou ao lado de Ayrton Senna, retratados também no livro Caminho das Borboletas, lançado ainda em 1994, foram centro de incontáveis discussões em fóruns midiáticos. Agora ela tem uma nova chance de revelar a sua própria história.

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